Estava nervosa demais para ficar apenas naquelas cervejas, estava revoltada com o mundo, com os homens, com o último livro que eu li (sexo anal: uma história marrom). Adorava a ideia de esticar a noite com ele, para rir e olhar para o mundo como se tudo fosse um monte de besteiras. Fomos para uma festa que estava rolando as mesmas bandas de sempre, as mesmas pessoas de sempre, a velha história repetida de um jeito... igual. Mas que importava?
Encontrei vários colegas, conversamos muita besteira. Encontrei um cara que gostava muito de mim, mas que Ernesto o havia apelidado carinhosamente de "Psicopata", pois ele havia ficado meio obcecado por mim. Mas naquele dia eu percebi que ele não era um psicopata, era apenas um cara apaixonado e ainda apaixonado por mim, de um jeito meigo. Na verdade Ernesto não gostava muito dos meus paqueras, sempre havia um apelido como " o psicopata" ou o "chato" ou o cara que só quer lhe comer. Às vezes acho que nos relacionamentos amorosos sempre tem que ter um otário para formar a dupla.
Ernesto era um bom amigo, daqueles que segura a porta do banheiro químico enquanto vc tem que usar. É difícil uma mulher fazer isso, mas fazemos, pois a relação de necessidade nos obriga, imagine um homem fazer isso sem ter certeza de que depois vai comer a mulher para a qual ele se presta tal favor. Ernesto é o tipo de homem que segura a porta do banheiro químico pra você, é o tipo de homem que não existe.
Tudo acontece muito rápido e como não podia ser diferente, nesse dia tudo foi tão rápido quanto se possa imaginar. Não sei o que aconteceu, devo ter recalcado, só me lembro de estar com os olhos cheios de lágrimas olhando pra Ernesto e pedindo pra ele se acalmar. Ele me pedia desculpas e dizia que eu não merecia estar perto de pessoas como ele, eu só consegui pensar que nada do que ele estava dizendo fazia sentido.
Encontrei vários colegas, conversamos muita besteira. Encontrei um cara que gostava muito de mim, mas que Ernesto o havia apelidado carinhosamente de "Psicopata", pois ele havia ficado meio obcecado por mim. Mas naquele dia eu percebi que ele não era um psicopata, era apenas um cara apaixonado e ainda apaixonado por mim, de um jeito meigo. Na verdade Ernesto não gostava muito dos meus paqueras, sempre havia um apelido como " o psicopata" ou o "chato" ou o cara que só quer lhe comer. Às vezes acho que nos relacionamentos amorosos sempre tem que ter um otário para formar a dupla.
Ernesto era um bom amigo, daqueles que segura a porta do banheiro químico enquanto vc tem que usar. É difícil uma mulher fazer isso, mas fazemos, pois a relação de necessidade nos obriga, imagine um homem fazer isso sem ter certeza de que depois vai comer a mulher para a qual ele se presta tal favor. Ernesto é o tipo de homem que segura a porta do banheiro químico pra você, é o tipo de homem que não existe.
Tudo acontece muito rápido e como não podia ser diferente, nesse dia tudo foi tão rápido quanto se possa imaginar. Não sei o que aconteceu, devo ter recalcado, só me lembro de estar com os olhos cheios de lágrimas olhando pra Ernesto e pedindo pra ele se acalmar. Ele me pedia desculpas e dizia que eu não merecia estar perto de pessoas como ele, eu só consegui pensar que nada do que ele estava dizendo fazia sentido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário